Danoninho não mata a fome
Maicon correu de um lado da cozinha pro outro, escapando das unhas compridas da mãe, passando por baixo da mesa e se enfiando no fundinho entre geladeira e parede. A mãe correu atrás, meteu a mão pelo buraco, unhou o braço do menino de tudo que era jeito. Sangue correu. Na sala, a irmãzinha de dois anos chorava.
Sai daí, seu demônio, sai daí, seu pilantra, sai daí, dizia a mãe, os ol...







