O barão sob o castelo

Mig fez o sinal e ficamos quietos. Pensei que tivéssemos chegado na cripta, mas eu já havia concluído isso antes, mais de uma vez, e o labirinto subterrâneo continuava nos eludindo. Fibá ficou de pé na ponta do corredor pelo qual havíamos acabado de passar, olhando para trás. Fiumara, que carregava o lança-chamas, sentou numa pedra e descansou o maçarico da mangueira nas pernas. Aza paro...

 

Faróis esfaqueando a chuva

Rógevaldo, leva essa Brahma lá fora.

Claro, dona Deva.

Róge pega pelo pescoço, o corpo embranquecido. Desvia das mesas do salão do bar e abre a porta de tela. Na varanda, o desconhecido empinando a cadeira nos pés traseiros, pernas cruzadas sobre a amurada de madeira, cigarro enfiado nos dedos do braço caído ao lado do corpo, camisa aberta e o pelo do peito pulando pro alto, calça m...

 

Catálogo arbitrário das tuas reações

Acho que se você tivesse aqui, primeiro reclamaria do preço e depois encheria o prato de croissants e omelete e bacon e diria que, afinal, não é todo dia, não é mesmo, Rê, a gente pode fazer graça de vez em quando. Engraçado como tenho pensado nisso, nas tuas reações, tão diferentes das minhas. Vira e mexe me pego com um sorrisinho besta na boca diante do garçom, do porteiro, da caixa...

 

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