Doizirmo ajeitou o quepe, conferiu os botões do colete, o brilho na ponta dos sapatos, os dedos das luvas, o vinco da calça. O casal entrou, o marido segurando três malas como podia, as crianças no encalço. Doizirmo pegou um dos carrinhos, ajeitou as malas nele e pediu a um funcionário que acompanhasse a família até a recepção no fim do saguão e depois ao quarto.
O grupo de homens de...
Segura a cabeça que lhe entregaram. Alisa o cabelo como quem espreme os dedos diante do pai antes de confessar a irmã com o joelho quebrado no fundo do poço, era brincadeira, ela me empurrou, eu empurrei ela e. Tabefe.
Ergue a cabeça pros homens ao seu redor. Eles espremem os olhos, abrem a boca e se curvam, colando as testas no chão, colando as costelas salteadas uma a uma no chão, enver...
Gordo esperava as luzes da fábrica se apagarem. A luminosidade borrada das janelas e dos postes tremeluzia pela densidade da água feito um papel erguido contra o vento. Suas mãos flutuavam. Pequenos peixes rodeavam os braços e se embaraçavam, cabeceando prum lado e pro outro, admirados com o novo obstáculo no fundo do rio. Gordo coçou as guelras dos tornozelos num emaranhado de rochas pontu...